(Professora Gisele Bissaco)
Tenho muitas lembranças do início da minha experiência com a leitura e a escrita, com 4 anos comecei a ser alfabetizada pela minha tia, essa recém formada no magistério, lembro dela me ensinando o som de cada vogal, repetia o som, traçava a letra num caderno e depois passava para uma lousa bem pequena que eu havia ganhado. Aos 6 anos já lia muito bem, foi quando ganhei de minha mãe a assinatura do Gibi da Magali – Turma da Mônica, li o gibi desde a 1ª edição, na verdade “devorava” o gibi e aguardava ansiosa a edição seguinte. Recordo-me também de ler livros dos meus irmãos mais velhos, eram livros paradidáticos e em sua maioria da Série Vagalume e lia também livros didáticos, lia tanto por gosto quanto por curiosidade. Até hoje sou assim, vejo comentário interessante de algum livro e aí corro procurá-lo, vejo um filme baseado num livro, corro ler o livro... Leio de tudo, desde algo específico de minha disciplina até a chamada “cultura inútil”, não tenho preconceito quanto à “cultura inútil”, o conhecimento é adquirido a partir do momento em que algo desperta a curiosidade e é claro, cabe ao leitor saber “filtrar” certas inutilidades. Para mim, ler é ser de certa forma: curioso.
(Professora Silvana Setsuko Harada da Silva)
Em primeiro momento não conseguia me recordar de leituras em minha infância, mas depois da leitura do depoimentos de meus colegas me fez lembrar de minha cartilha que por sinal me encantava, lembro de minha mãe me comprar uma biblia toda ilustrada onde eu lia e relia com certeza foi uma época muito boa. Depois meu interesse pela leitura se diversificou desde gibis do Tio Patinhas, Monteiro Lobato, contos de Natal, etc.
Na adolescência as leituras eram sempre voltadas naquelas que os professores indicavam. Me lembro também que adorava ler aquelas revistinhas de romance que vendiam nas bancas toda semana tinha que comprar uma. Percebo que a leitura esteve presente durante toda minha vida e que realmente teve verdadeira importância para minha formação.
(Professora Hulda Purcino da Silva)
Recordar a minha experiência com a leitura e escrita. Principalmente você Gisele. Com 5 anos tive o primeiro contato com as historias bíblicas e seus personagens. A cada noite me encantavam quando o som da voz de minha mãe contava. O material impresso, as cores ,me atraia e tinha cada vez mais, o desejo de saber ler para não ter que esperar a noite chegar. Finalmente com 11 anos, a professora começou com o circulo do livro e pude iniciar minha jornada com a série vagalume. Como eu amava, o primeiro deles foi Cem Noites Tapuias, O Caso da Borboleta Atiria, li toda a coleção, chegando ate em O Diário de Anne Frank. Daí por diante não pude me separar da leitura, que por sinal começou em casa com estimulo, seguindo de uma professora que nos envolvia com a leitura. Foi fundamental o primeiro contato, ler é tudo, é viajar sem sair de casa.
(Professor Euler Rodney Nascimento)
Particularmente, não recordo dos anos iniciais da escola, apenas recordo que fui alfabetizado com a cartilha Caminho Suave,
já no ginásio li alguns livrinhos da série Vagalumes, como leitura obrigatória pela professora. Outro contato com a leitura que tive e com
a Bíblia, participava de escola dominical na Igreja, e para também prestar concursos. Hoje sinto que se tivesse lido mais, escreveria melhor
e teria mais facilidade com a aprendizagem.
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates
(Novo)4/6/2013 18:46